Mulher de 53 anos de idade com disfonia e paresia sem motivo aparente

Dr. Paul P. Rega

Notificação

17 de janeiro de 2022

Nota da editora: A série Casos Clínicos aborda doenças difíceis de diagnosticar, algumas das quais não são vistas com frequência pela maioria dos médicos, mas é importante poder reconhecer com precisão. Teste a sua capacidade diagnóstica e terapêutica com o caso desta paciente e as perguntas correspondentes.

Contexto

Uma mulher de 53 anos chega ao pronto-socorro no meio da noite com história de dor abdominal difusa com um dia de evolução, constante e piorando. A dor não está associada a febre, náuseas, vômitos, constipação, diarreia ou sintomas urinários. A revisão dos sintomas revela apenas borramento visual e xerostomia.

A paciente toma atorvastatina e atenolol/clortalidona. Não tem história recente de trauma ou hospitalização. Sua história cirúrgica revela apendicectomia aos 10 anos de idade e histerectomia aos 42 anos de idade.

Ela mora com o marido e um filho adulto, e todos trabalham de casa em sua empresa de redes sociais. O marido e o filho não estão doentes, embora compartilhem em geral o mesmo ambiente e os mesmos alimentos. Toda a família tem se mantido o mais isolada possível por medo de contrair o SARS-CoV-2. A pandemia da covid-19 modificou inteiramente suas vidas pessoais; entretanto, novos projetos, como aulas de pintura, oficinas de produção de alimentos em conserva caseira e fabricação de bijuteria, melhoraram sua saúde física e mental. Nenhum dos membros da família fez o teste para o vírus e ainda não foram vacinados.

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