Teste rápido: Fibrilação atrial e síndrome coronariana aguda

Dr. Reinaldo Hamamoto

Notificação

21 de março de 2022

Se o risco de trombose for maior do que o risco de sangramento em um paciente com fibrilação atrial e síndrome coronariana aguda submetido a intervenção coronariana percutânea, recomenda-se terapia tripla com ácido acetilsalicílico + clopidogrel + anticoagulante oral por mais de uma semana (até um mês). Em seguida, deve-se realizar terapia dupla com anticoagulante oral + inibidor de P2Y12 (de preferência clopidogrel) por 12 meses. [5,9,11] Terapia dupla com anticoagulante oral + inibidores de P2Y12 por 12 meses pode ser recomendada para pacientes com alto risco de sangramento. [10]

A escolha da terapia antitrombótica para pacientes com fibrilação atrial e síndrome coronariana aguda reflete o difícil equilíbrio entre mitigar o sangramento e reduzir o risco isquêmico e trombótico. [13] O risco trombótico deve ser avaliado por ferramentas validadas, por exemplo, o escore CHA2DS2-VASc. [5,9,11,13]

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