Teste rápido: Fibrilação atrial e síndrome coronariana aguda

Dr. Reinaldo Hamamoto

Notificação

21 de março de 2022

A fibrilação atrial impacta desfavoravelmente o equilíbrio hemodinâmico e aumenta o risco de complicações intra-hospitalares, como sangramento e AVC isquêmico e hemorrágico na síndrome coronariana aguda. [3,4,6] No entanto, alguns estudos mostraram resultados contraditórios em relação ao desfecho do paciente. A maioria das pesquisas aponta que a fibrilação atrial nova (ou seja, primeiro episódio de fibrilação atrial posterior ao diagnóstico de infarto agudo do miocárdio) é um preditor de mortalidade hospitalar e mortalidade de 30 dias. Reinfarto, arritmias malignas e insuficiência cardíaca também foram mais frequentes em pacientes com fibrilação atrial nova em comparação com aqueles com fibrilação atrial preexistente ou pacientes sem fibrilação atrial. [4,6]

O impacto da fibrilação atrial preexistente na mortalidade de 30 dias e na mortalidade em longo prazo permanece controverso. [4] Dados emergentes de vários novos estudos mostram que a fibrilação atrial preexistente está independentemente associada à mortalidade hospitalar e em longo prazo, e pode ter um impacto negativo diferente sobre o prognóstico do paciente em comparação com uma arritmia recém-desenvolvida. [4,5,8]

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