Lítio e rim: o que você precisa saber sobre esta relação

Dr. Sivan Mauer; Dr. Cristian Riella

Notificação

25 de novembro de 2021

Na história da medicina o lítio já foi empregado como medicamento para gota, como hipnótico e como anticonvulsivante. Mas foram os resultados no controle da doença maníaco-depressiva que transformaram o medicamento no padrão-ouro para o tratamento do quadro – um status que dura até os dias atuais.

Neste episódio do Conversa de Médico o Dr. Sivan Mauer, psiquiatra e advisor do Medscape em português, e o Dr. Cristian Riella, nefrologista e pesquisador médico da Harvard University (EUA), esclarecem sobre as possíveis alterações renais observadas com o uso de lítio e afirmam: o risco é, na maioria das vezes, superestimado. É preciso saber prescrever e monitorar corretamente, alertam os dois especialistas, e a creatinina nem sempre é o melhor marcador para identificar lesão renal em pacientes em uso de lítio. Ouça o podcast e conheça algumas estratégias importantes para aumentar a proteção dos rins na vigência do lítio.

Os dois especialistas sugerem as seguintes referências sobre o tema:

1. Ruffalo, M. L. A Brief History of Lithium Treatment in Psychiatry. Prim. care companion CNS Disord. 19, 17–20 (2017).

2. Mauer, S., Vergne, D. & Ghaemi, N. Standard and trace-dose lithium: A systematic review of dementia prevention and other behavioral benefits. Aust. New Zeal. J. Psychiatry 48, 809–818 (2014).

3. Lithium toxicity profile: a systematic review and meta-analysis. McKnight, Rebecca F et al. The Lancet, Volume 379, Issue 9817, 721 - 728.  DOI: 10.1016/S0140-6736(11)61516-X

Siga o Medscape em português no Facebook, no Twitter e no YouTube

processing....