Covid-19: Resumo da semana (6 a 12 de novembro)

Medscape Professional Network

12 de novembro de 2021

Nota da editora: Veja as últimas notícias e orientações sobre a covid-19 em nosso Centro de Informações sobre o novo coronavírus SARS-CoV-2 .

Na manhã do dia 12 de novembro, o Brasil relatou 21.926.526 infecções por SARS-CoV-2 e 610.323 mortes relacionadas à covid-19 desde o início da pandemia. As informações são do balanço diário feito pelo consórcio de veículos de imprensa com base em dados coletados até as 20 horas do dia anterior junto às secretarias estaduais de saúde – o consórcio é composto por G1O GloboExtraO Estado de S. PauloFolha de S. Paulo e UOL.

Boletim Observatório Covid-19 Fiocruz, divulgado nesta sexta-feira (12), chama a atenção para o quadro recente da pandemia na Europa e na Ásia Central, que vêm registrando aumento de casos e óbitos, mesmo em locais em que a cobertura vacinal já se encontra em patamares elevados.

Na última semana de outubro, a Europa e a Ásia Central foram responsáveis por 59% de todos os casos de infecção pelo novo coronavírus e por 48% dos óbitos registrados no mundo, com quase 1,8 milhão de novos casos e 24 mil mortes. Segundo a OMS, se for mantida esta tendência, essas regiões poderão registrar mais meio milhão de óbitos por covid-19 até 1º de fevereiro de 2022, e 43 países enfrentarão novamente o risco de colapso nas capacidades de resposta dos seus sistemas de saúde. Os casos graves da doença têm se concentrado entre grupos não vacinados, especialmente em países com baixa cobertura vacinal.

Segundo os pesquisadores responsáveis pelo Boletim, embora os dados recentes no Brasil indiquem a manutenção da tendência geral de queda dos indicadores monitorados desde o início da pandemia, é importante destacar que ela não acabou e que o risco de recrudescimento permanece com a proximidade da temporada de festas de fim de ano e de férias, com maior circulação e concentração de pessoas em diversos ambientes.

No dia 8, pela primeira vez desde março de 2020, nove estados brasileiros e o Distrito Federal não registraram mortes por covid-19 em 24 horas, de acordo com dados divulgados pelo Ministério da Saúde. Não tiveram mortes no período os estados do Acre, Roraima, Amapá, Rondônia, Piauí, Sergipe, Goiás, Minas Gerais e São Paulo. Infelizmente, os números baixos de mortes em São Paulo estão sendo revistos. Isso porque depois de registrar zero mortes no domingo e menos de 10 nos quatro dias seguintes, na sexta-feira 12 o estado teve 414 notificações de mortes. De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde (SES-SP), apenas 97 dos 414 óbitos contabilizados nesta sexta teriam ocorrido nesta semana. Os outros 317 óbitos teriam ocorrido nas semanas anteriores. Em nota à TV Globo no final da tarde, a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo afirmou que “os dados desta sexta-feira trazem um acumulado de diversas semanas epidemiológicas, que após as mudanças da API do sistema Sivep-Gripe do Ministério da Saúde (MS) tinham ficado represados no sistema federal”. Questionado, o Ministério da Saúde informou que o sistema mencionado apresentou instabilidades pontuais, mas não ficou fora do ar. As mortes contabilizadas em estados como o Acre e o Amazonas, que apresentaram números muito baixos de mortes nos últimos dias, chegando a zero, não registraram até o momento variações como as que surgiram nos dados de São Paulo. Leia em reportagem do G1 como são feitas as estatísticas oficiais de casos e mortes na pandemia.

Desrespeito aos cientistas

No dia 6, em carta aberta, 21 cientistas brasileiros se recusaram a receber a Ordem Nacional do Mérito Científico, uma das maiores homenagens do país. O grupo recusou a medalha depois que o presidente da República retirou dois nomes da lista de homenageados. Um dos excluídos foi o pesquisador Marcus Lacerda, autor de um dos primeiros estudos sobre a ineficácia da cloroquina contra a covid-19. A outra exclusão foi a de Adele Benzaken, demitida da chefia do departamento de HIV/Aids do Ministério da Saúde quando o presidente tomou posse em 2019, após a publicação de uma cartilha de educação em saúde destinada a homens transexuais.

Impacto da pandemia nos atendimentos pelo SUS

Um estudo do projeto Monitora Covid-19, da Fiocruz, levantou o impacto da pandemia nos atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS). Os dados de mortalidade apontam que os períodos em que ocorreram os maiores volumes de óbitos por covid-19 coincidem com os maiores volumes de mortes por outras causas, e com os menores volumes de atendimentos em diversos sistemas – o que sugere o colapso e represamento da atenção à saúde. Em um ano e meio, houve uma diminuição de 9,9% no volume de internações. É o equivalente a menos 1,7 milhão de internações (sendo 1.200 eletivas). Entre os períodos de janeiro de 2018 a junho de 2019, e janeiro de 2020 a junho de 2021, as internações por problemas respiratórios caíram 37,3%, assim como diminuiu em 27,2% o número de pessoas internadas por doenças do aparelho digestivo, entre outros dados. Confira.

A semana das vacinas

No dia 12, quase 57,85% da população brasileira (123.407.869 pessoas) estavam completamente imunizadas com duas doses ou dose única de vacina anticovídica. Tomaram a primeira dose 73,43% da população (156.632.260 pessoas parcialmente imunizadas). A dose de reforço foi aplicada em 5,32% da população (11.351.696 pessoas).

Quase 82% dos paulistanos têm anticorpos contra a covid-19

Dados da 7ª fase do projeto SoroEPi MSP (inquéritos soroepidemiológicos seriados para monitorar a prevalência da infecção por SARS-CoV-2 no município de São Paulo), divulgados em 9 de novembro, revelaram que 81,8% da população adulta do município têm anticorpos neutralizantes contra a doença. O estudo também apontou que 52,8% da população têm anticorpos contra a nucleoproteína do vírus causador da covid-19. Além disso, a fração de indivíduos infectados entrada pelo estudo é 3,3 vezes maior do que o reportado pelo município, em torno de 1.538 milhão de casos confirmados.

E mais: na quinta-feira (11), a Secretaria Municipal de Saúde anunciou a redução do intervalo entre doses da vacina de Pfizer/BioNTech para adolescentes de 12 a 17 anos de oito semanas para 21 dias. Seiscentos mil adolescentes com mais de 12 anos poderão receber a segunda dose.

Convidecia pede uso emergencial no Brasil

O laboratório brasileiro Biomm apresentou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pedido de uso emergencial da vacina Convidecia, desenvolvida pela farmacêutica chinesa CanSino. A empresa fechou acordo com a CanSino para importar e produzir no Brasil o imunizante em dose única. A Convidecia usa adenovírus para ensinar o sistema imune humano a identificar e combater o SARS-CoV-2, algo semelhante à Covishield, vacina de Oxford/AstraZeneca . O imunizante deve ser conservado em geladeira comum, de 2 °C a 8°C.

Dose de reforço nos EUA

No dia 9, a Pfizer pediu autorização à agência reguladora Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos, para expandir a aplicação da dose de reforço da vacina ComiRNAty para todos os adultos nos Estados Unidos. Se for aprovada, a solicitação tornará os adultos vacinados com os imunizantes de Pfizer/BioNTech, Janssen e Moderna elegíveis para a nova dose.

Quem teve covid e tomou vacina estaria mais protegido

Novos achados indicam que tomar a vacina após a infecção pode desencadear uma resposta secundária das células B de memória, aumentando a proteção imunitária naqueles que já tiveram covid-19.

Porém, indivíduos que tiveram a infecção pelo SARS-CoV-2 e não tomaram vacina apresentam o quíntuplo de chances de reinfecção, de acordo com estudo publicado pelos Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Pesquisadores concluíram que a vacinação pode fornecer um nível mais alto, mais forte e mais consistente de proteção contra hospitalização por pelo menos seis meses.

'Bafômetro' detecta pneumonia grave na covid-19

Estudo analisou o ar exalado e identificou, por meio de uma 'assinatura' em comum, os pacientes com pneumonia grave causada pelo novo coronavírus. Há outros testes em estudo.

Mais medicamentos

A Regeneron Pharmaceuticals anunciou no dia 8 resultados positivos adicionais oferecidos por seu coquetel de anticorpos REGEN-CoV. Os dados foram obtidos em ensaio duplo-cego de fase 3 realizado pela farmacêutica em conjunto com o National Institute of Allergy and Infectious Diseases (NIAID) dos Estados Unidos. Uma dose única reduziu o risco contaminação por SARS-CoV-2 em 81,6% durante 2 a 8 meses após a administração. Durante o período de avaliação de oito meses, foram zero hospitalizações por covid-19 no grupo REGEN-CoV e seos no grupo placebo. O ensaio permitiu que os participantes fossem vacinados se desejassem.

A covid-19 mundo afora

O mundo registrou 5.082.729 mortes por covid-19 e 252.097.350 casos na manhã da sexta-feira (12), de acordo com o  Coronavirus Resource Center , da Johns Hopkins University (EUA). O número de mortes por covid-19 em todo o planeta caiu 4% na última semana, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

No Reino Unido, o número de novos casos de  covid-19 foi de aproximadamente 33.000 por dia, uma taxa de 379,4 por 100.000 habitantes, considerada elevada. As mortes continuam aumentando, mas houve uma redução de 7,8% nas internações hospitalares. Mais de 79,8% das crianças acima de 12 anos estão totalmente imunizadas, e a proporção das pessoas que receberam uma terceira dose da vacina ou reforço aumentou 3,9%.

Apesar das críticas da British Medical Association (BMA), o governo tornará  vacinação  obrigatória para profissionais do National Health Service (NHS) na Inglaterra a partir de abril. A medida segue a introdução da vacinação obrigatória em todo o setor de saúde no país. Além disso, o órgão regulador MHRA aprovou o uso do antiviral oral contra covid-19, molnupiravir. Também nesta semana, um gene que duplica  risco de insuficiência respiratória e morte por covid-19 foi identificado em 60% dos sul-asiáticos, e em apenas 15% dos europeus, o que poderia explicar o excesso de mortalidade de certos grupos étnicos em comparação com outros.

A situação se agrava na França, com incidência de 90 novos casos por 100.000 habitantes, o que representa aumento de 44% nos casos e de 9,5% nas internações. Em reação, o presidente Emmanuel Macron anunciou que a partir de 15 de dezembro, o passe de saúde de pessoas com mais de 65 anos e dos mais frágeis perderá a validade se a dose de reforço não for administrada dentro de seis meses e cinco semanas após a injeção da segunda dose. Além disso, como mais de 80% das pessoas internadas em terapia intensiva têm mais de 50 anos, será organizada uma campanha de reforço da vacinação para a faixa etária de 50 a 64 anos. O uso da máscara será mantido nas escolas. Ainda sobre vacinação, a Haute Autorité de Santé recomendou não usar a vacina da Moderna como vacinação primária ou como dose de reforço em menores de 30 anos. A orientação segue os dados mais recentes do estudo de farmacovigilância Epi-PHARE, que confirma o risco de ocorrência de casos muito raros de miocardite nos grupos etários mais jovens. A vacina da Moderna continua sendo dada a pessoas com mais de 30 anos.

Em Portugal, existe a preocupação com um ressurgimento da infecção por covid-19. De acordo com ensaio publicado em 8 de novembro por professores da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), os indicadores mais recentes sugerem que o número de novos casos poderá dobrar a cada 30 dias ou mais, chegando a mais de 2 mil casos por dia na primeira quinzena de dezembro. Para os pesquisadores, a evolução da pandemia observada no início de novembro no país aponta o surgimento de uma possível quinta onda. No entanto, devido à alta taxa de vacinação e à implementação de uma estratégia de dose de reforço, a pressão sobre o sistema hospitalar deve ser reduzida. Com mais de 8,5 milhões de pessoas com a primeira dose, e quase 6,7 milhões com vacinação completa, a situação é de risco moderado. Na segunda-feira (15) começa a ser dada a terceira dose da vacina anticovídica profissionais de saúde. Idosos já estão recebendo a dose de reforço.

De acordo com o boletim da DGS, a taxa de incidência nacional subiu de 116,9 casos de infecção por 100.000 habitantes na sexta-feira passada (5) para 125,4 por 100.000 nesta sexta (12). O Rt nacional é de 1,12.

Na Itália, incidência em nível nacional ultrapassou o limiar de 50  casos por 100.000 habitantes. O Rt é 1,15 (intervalo de 0,93 a 1,28). A ocupação das unidades de terapia intensiva também aumentou de 3,8% para 4,2%, enquanto a dos serviços hospitalares dedicados à covid-19 aumentou de 4,5% para 5,2%, de acordo com o Ministério da Saúde italiano. O presidente italiano, Sérgio Mattarella, apoiou na terça-feira (9) a limitação do direito de manifestação de pessoas não vacinadas e sem passe de saúde após o aumento do número de casos entre os manifestantes nas últimas duas semanas. A campanha de vacinação parece ter atingido o seu limite: a fração de cidadãos com mais de 12 anos vacinados com pelo menos uma dose aumentou apenas ligeiramente esta semana, de 86,33% para 86,53%. Mais de 76,3% da população estão totalmente vacinados. A campanha de doses adicionais e de reforço ultrapassou 2 milhões de doses e segue rapidamente.

A Alemanha teve mais de 50.196 novas infecções diárias por coronavírus pela primeira vez na quinta-feira (11), de acordo com o órgão nacional de saúde pública, o Robert Koch Institute (RKI). Também foram registradas 235 novas mortes pelo vírus. O número de novos casos na Alemanha aumentou para 249,1 por 100.000 habitantes conforme divulgou a agência DW. A chanceler Angela Merkel está pressionando por negociações com os premiês estaduais para criar uma "resposta rápida e unificada" à crise. Algumas partes do país estão aumentando a pressão sobre os cidadãos não vacinados. Na segunda-feira (15), a cidade de Berlim passará a exigir certificado de vacinação ou recuperação para as pessoas que entrarem em locais públicos como restaurantes, academias e cabeleireiros. Um teste negativo sozinho não é mais suficiente. Outros estados federados podem seguir este exemplo.

Na Espanha, segundo um relatório publicado em 11 de novembro pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), as mortes no país em 2020 aumentaram 17,9% em relação ao ano anterior: 493.776 pessoas morreram, com picos em março (59,3%) e abril (81,9%), apenas no início da pandemia de covid-19. O grupo de doenças do aparelho circulatório continuou sendo a principal causa de morte, com 24,3% do total (e uma taxa de 253,1 óbitos por 100.000 habitantes), seguido dos tumores, com 22,8% do total (e 238,1). Em relação à vacinação, 90,5% da população-alvo receberam ao menos uma dose e 88,8% têm o esquema completo.

A Rússia registrou 38.000 novas infecções em 9 de novembro. No dia 10, o país relatou um recorde de 1.239 mortes em 24 horas. Na mesma data, o ministro da Saúde, Mikhail Murashko, disse ao parlamento que os suprimentos de oxigênio em hospitais em 12 regiões russas durariam apenas dois dias, a menos que fossem reabastecidos, de acordo com a agência Reuters. A contaminação por covid-19 continua batendo recordes em países do Leste Europeu, como Ucrânia, Eslovênia e Croácia.

Na semana passada, 700.000 novos casos e 13.000 mortes relacionadas à covid-19 foram relatados na América. As infecções estão aumentando em alguns países da região após dois meses consecutivos de declínio. Os casos sobem em áreas de: Colômbia, BolíviaRepública DominicanaTrinidad e TobagoBarbados e Ilhas Cayman. Mais de 48% da população da América Latina e do Caribe foram totalmente vacinados. A Costa Rica é o primeiro país a tornar obrigatória a vacinação contra a covid-19 para crianças e adolescentes. Mais de 55% da população estão totalmente vacinados e 73% dos jovens de 12 a 19 anos receberam pelo menos uma dose da vacina.

Representantes de Argentina, Paraguai, Uruguai, Bolívia e Brasil estiveram reunidos na terça-feira (9), no auditório do Instituto em Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), no Rio de Janeiro em um seminário para discutir estratégias nacionais e possibilidades de expansão da capacidade produtiva regional de vacinas. James Fitzgerald, chefe do Departamento de Sistemas e Serviços em Saúde da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), frisou que a região enfrenta dificuldades para conseguir insumos e capacidade de desenvolvimento.

“Precisamos de foco integrado e cooperação entre os países. Uma coordenação multissetorial é fundamental”, disse. As propostas surgidas no debate serão encaminhadas aos ministros da Saúde da região, que se reúnem no próximo dia 19 em Foz de Iguaçu, Paraná. Uma delas é o mapeamento das capacidades e necessidades dos países do bloco.

Na África8.614.000 infecções e 220.000 mortes por covid-19 foram relatadas até agora. O presidente da África do Sul, país mais afetado do continente, com 20 mil mortos, alerta para o risco de uma segunda onda. Em parceria com mais de 70 organizações, o Africa Centers for Disease Control and Prevention (CDC) reforçou a campanha para encorajar o uso adequado e sistemático de máscaras. Em relação à vacinação, de acordo com o Africa CDC, o continente africano administrou pelo menos uma dose a 8,9 % de sua população, e 5,88% têm regime completo.

Nos Estados Unidos, após uma queda registrada por dois meses, os casos de covid-19 estão aumentando novamente. Alguns especialistas acreditam que o país enfrentará uma alta de casos durante o inverno, lembrando que um em cada três americanos não está vacinado. É também por isso que o novo medicamento antiviral oral da Pfizer , 90% eficaz na prevenção de consequências graves da infecção por covid-19, ganhou as manchetes esta semana nos EUA. A empresa solicitou autorização de uso emergencial do medicamento junto à agência reguladora FDA. Outros medicamentos também estão sendo avaliados pelos reguladores, como o antiviral oral fabricado pela Merck, o molnupiravir. Até agora, 1 milhão de doses foram administradas a crianças de 5 a 11 anos. São quase 28 milhões de crianças americanas nesta faixa etária.

No dia 10, os shoppings e lojas de Auckland, na Nova Zelândia foram reabertos pela primeira vez em três meses. No entanto, o setor de hotéis e restaurantes ainda permanece fechado, e provavelmente não reabrirá até que a cidade alcance sua meta de vacinação. No dia 9, milhares de pessoas participaram de um protesto contra as restrições de saúde do lado de fora do Parlamento, em Wellington.

No dia 8, a cidade de Sydney, na Austráliarelaxou ainda mais  as restrições relacionadas à covid-19 após atingir o limite de 90% de imunização completa. As restrições aos convites para casa e reuniões ao ar livre foram suspensas para os vacinados.

Para combater a hesitação vacinal, Cingapura anunciou que os pacientes não vacinados contra covid-19 terão de cobrir as próprias despesas médicas a partir do próximo mês.

No domingo (7), o Japão não registrou nenhuma  morte  por covid-19 pela primeira vez em mais de um ano.

O Vietnã aprovou  vacina  Covaxin  da Índia para uso emergencial, tornando-a a nona vacina a ser liberada para uso no país. No início de julho, o governo anunciou planos para adquirir 15 milhões de doses de Covaxin.

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