Covid-19: Resumo da semana (21 a 27 de agosto)

Equipe Medscape Professional Network

27 de agosto de 2021

Nota da editora: Veja as últimas notícias e orientações sobre a covid-19 em nosso Centro de Informações sobre o novo coronavírus SARS-CoV-2 .


Na manhã da sexta-feira 27 de agosto, o Brasil contou 20.675.343 infecções por SARS-CoV-2 e 577.605 mortes por covid-19, de acordo com levantamento realizado diariamente por um consórcio de veículos de imprensa com base em dados obtidos das secretarias estaduais de saúde. O consórcio é formado pelos por G1O GloboExtraO Estado de S. PauloFolha de S. Paulo e UOL

Na noite de quinta-feira (25), foram registradas 875 mortes em 24 horas. Com isso, a média móvel de mortes em sete dias foi de 696, com tendência de queda e redução de 20% em comparação com há duas semanas. Trata-se da menor média desde 30 de dezembro de 2020. Ainda assim, os números se mantêm em patamares muito elevados.

Os especialistas também observam uma reversão da tendência de rejuvenescimento da pandemia. Atualmente, segundo boletim da Fiocruz, os idosos corresponderam a quase sete em dez mortes por covid-19. De junho a agosto, a porcentagem de óbitos de pessoas acima de 60 anos foi de 44,6% para 69,2%.

A média móvel de casos é de 25.904 diagnósticos por dia. Em 24 horas, houve 30.288 casos confirmados no país. Acre, Distrito Federal e Rio de Janeiro têm alta de mortes e casos.

edição extraordinária do Boletim Observatório Covid-19 Fiocruz, publicada na quarta-feira (25/8) destaca que a tendência de queda de indicadores da pandemia se manteve entre 15 e 21 de agosto (Semana Epidemiológica 33). Segundo os especialistas, embora o declínio no número absolutos de casos e óbitos seja relevante, há uma estagnação proporcional na melhora para algumas faixas etárias, especialmente os idosos. Roraima é o único estado com taxa de ocupação de leitos de UTI para adultos no SUS superior a 80%. Quanto às capitais, somente o Rio de Janeiro (96%) e Boa Vista (84%) mantêm-se em nível muito crítico. Em relação à semana anterior, a média diária da incidência de novos casos aumentou 0,6%, e a do número de óbitos reduziu 1,5%. A taxa de letalidade caiu de 3% para 2,6%. O Boletim indica um lento avanço da vacinação, com uma média de 1 milhão de doses aplicadas por dia.

O Boletim InfoGripe, divulgado na quinta-feira (26), sugere uma possível retomada do crescimento apresentado nas últimas semanas dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). A análise também se refere à Semana Epidemiológica 33. Segundo o boletim, nove unidades da Federação apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas): Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

A semana das vacinas

Até a manhã da sexta-feira (27), mais de 58.656.314 pessoas foram completamente vacinadas com duas doses ou dose única de alguma vacina anticovídica. É o equivalente a 27,7% da população brasileira. Outros 127.098.222 vacinados receberam a primeira dose, ou seja, 60,02% da população. O estado que mais vacinou até o momento foi o Mato Grosso do Sul, com 42,72% completamente vacinados. O segundo é São Paulo, com 34,99% da população completamente vacinados. No dia 22, por falta de doses, a prefeitura do Rio de Janeiro adiou a vacinação de adolescentes de 15 a 17 anos.

Dose de reforço

Na quarta-feira (25), o ministro da Saúde Marcelo Queiroga anunciou a aplicação da dose de reforço para idosos com mais de 70 anos e pessoas imunossuprimidas a partir de 15 de setembro. A pasta informou que a imunização será feita, preferencialmente, com uma dose do imunizante de Pfizer/BioNTech, ou de maneira alternativa, com as vacinas de Oxford/AstraZeneca ou Janssen/Johnson&Johnson. O Ministério da Saúde decidiu também reduzir o intervalo entra as doses da Pfizer e da AstraZeneca, que passará de 12 para 8 semanas a partir de setembro. A decisão federal foi tomada sob pressão de especialistas e gestores.

Oito estados anunciaram a vacinação em terceira dose para setembro: São Paulo, Rio de Janeiro, Espirito Santo, Piauí, Minas Gerais, Roraima e Santa Catarina. O governador de São Paulo, João Doria, anunciou que o estado fará a aplicação da terceira dose em pessoas acima de 60 anos a partir de 6 de setembro.

Na quinta-feira (26), São Luís, no Maranhão, foi a primeira capital brasileira a aplicar doses de reforço. A campanha começou com quem tem mais de 70 anos em instituições de longa permanência. Mato Grosso do Sul começará a administrar a dose extra nesta sexta-feira (27). Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia e Tocantins informaram que seguem o Plano Nacional de Imunização (PNI) e aguardam ofício do Ministério da Saúde (MS).

A estimativa inicial do MS é de que 35 milhões de pessoas, entre idosos, imunossuprimidos e profissionais da saúde, recebam a dose extra.

E mais: As farmacêuticas Pfizer e BioNTech assinaram carta de intenção com o laboratório nacional Eurofarma para produzir a vacina CominRNArty no Brasil. O imunizante será fabricado pela companhia brasileira e distribuído para América Latina.

Delta e Lambda

Brasil, 16 estados e o Distrito Federal já registram a presença da variante Delta. No dia 26, a Secretaria Estadual de Saúde da Bahia anunciou a confirmação de três casos, nos municípios de Feira de Santana e Vereda, no extremo Sul. Em São Paulo, a Delta foi identificada em 43,5% das amostras analisadas pelo Instituto Butantan na cidade de São Paulo entre os dias 8 e 14 de agosto, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde. Oficialmente, a cidade tem 405 casos causados por essa cepa. No Rio de Janeiro, em 16 de agosto, a variante já representava mais de 60% dos casos no estado.

Até o momento, o país com a maior presença da variante Lambda é, proporcionalmente, o Peru, com uma incidência de 40% no acumulado – ou seja, desde a primeira vez que a cepa foi identificada no país. De abril a junho, autoridades afirmaram que 81% dos casos de covid-19 no país foram dessa variante. Na sequência vêm Chile (21%), Equador (11%) e El Salvador (3%), segundo dados do Outbreak Info, iniciativa que compila informações genômicas do Gisaid, recolhidas de 172 países.

Efetividade das vacinas

Dados da Secretaria Estadual de Saúde mostram que 25% das 3.115 pessoas internadas em UTI por covid-19 em julho não estavam vacinados; 31% haviam tomado a primeira dose e 19% as duas doses. Não há informações sobre os 25% restantes.

Um estudo feito por pesquisadores de instituições brasileiras e estrangeiras analisou os dados de mais de 40 mil indivíduos vacinados com idade acima de 70 anos vacinados com a CoronaVac. Os resultados mostraram que a proteção é mais elevada antes dos 80 anos, e que depois há um declínio significativo. Leia mais sobre os achados do estudo recém-publicado no British Medical Journal. Em editorial, o periódico destacou a importância de trabalhos para avaliar a efetividade da vacina no mundo real.

Em pre print publicado pela plataforma medRxiv em 26 de agosto, pesquisadores das universidades federais da Bahia e de Ouro Preto, da Universidade de Brasília, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, da London School of Hygiene & Tropical Medicine (Reino Unido) compararam a eficácia na vida real dos imunizantes CoronaVac (Sinovac) e Oxford/AstraZeneca em uma coorte 61 milhões de vacinados.

Medidas de flexibilização

No estado de São Paulo, desde 17 de agosto, foram suspensas todas as restrições de horário e circulação. Enquanto isso, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), atual epicentro da variante Delta no país, o prefeito adiou o plano de reabertura previsto para 2 de setembro. O comitê científico da prefeitura aconselhou que o início da flexibilização só ocorra quando 50% da população tiverem completado a vacinação e 77% tiverem recebido ao menos uma dose.  

Seis cidades do ABC paulista irão manter as restrições até 15 de setembro. Em assembleia virtual no dia 26, os sete prefeitos do Consórcio Intermunicipal Grande ABC rejeitaram o passaporte da vacina para entrar em estabelecimentos comerciais e eventos. Pesaram na decisão a expansão da variante Delta e o ritmo diferenciado de vacinação em cada cidade. O plano é reavaliar os números em 10 de setembro. Em Diadema, 35% tomaram duas doses ou dose única. Apenas São Caetano do Sul segue o Plano São Paulo e suspendeu os limites de ocupação e horário em 17 de agosto.

Certificado de vacinação

Países como Israel e França já adotam o passaporte vacinal para permitir o acesso a eventos e serviços. Na sexta-feira (27), a prefeitura da cidade do Rio de Janeiro determinou a necessidade de comprovar a vacinação para entrar em locais de uso coletivo a partir de 1º de setembro. A lista inclui convenções, feiras comerciais, academias de ginástica, piscinas, estádios, cinemas, teatros, salas de concerto, circos, atividades de entretenimento e locais de visitação turística, entre outros. A carteira de vacinação também será cobrada de turistas. A cidade de São Paulo chegou a anunciar que adotaria a ideia para liberar a entrada em eventos, shoppings e restaurantes, mas voltou atrás na segunda-feira (23).

O comprovante pode ser impresso pelo aplicativo ConecteSus. Para obtê-lo, é necessário ter uma conta no portal do governo federal, que dá acesso a diferentes serviços ao cidadão.

Origem do novo coronavírus

Após 90 dias de investigação, a inteligência dos Estados Unidos não conseguiu chegar a uma conclusão sobre a origem do novo coronavírus. Relatório sobre o tema entregue ao presidente Joe Biden na última terça-feira (24) deixou em aberto se a pandemia foi iniciada a partir de um acidente com vírus, que teria vazado de um laboratório na China, ou por transmissão de animais para humanos. Segundo o jornal The New York Times, algumas informações serão disponibilizadas ainda esta semana.

Estudo sem autorização

O Hospital da Brigada Militar de Porto Alegre (HBMPA), na zona sul da capital do Rio Grande do Sul, está sendo investigado pelo Ministério Público Federal por causa de um estudo para avaliar o uso da proxalutamida como tratamento para pacientes hospitalizados por covid-19. Pelo menos 50 pessoas participaram do suposto ensaio, que não foi autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Futuro: covid-19 endêmica e em crianças?

A experiência com coronavírus Beta semelhante, e a modelagem em vários países e faixas etárias, permitiu aos pesquisadores prever como a covid-19 pode ser daqui a 1, 10 e 20 anos. Saiba mais.

A covid-19 ao redor do mundo

Na manhã de 27 de agosto, o mundo registrou 214.805.345 casos conformados de infecção pelo vírus SARS-CoV-2 e 4.477.852 mortes por covid-19, de acordo com o  Coronavirus Resource Center , da Johns Hopkins University (EUA).

A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Carissa F. Etienne, anunciou que a entidade “lançará uma plataforma para impulsionar os esforços regionais de fabricação de vacinas na América Latina e no Caribe”.

Na última semana, na região das Américas, houve mais de 1,5 milhão de novos casos e quase 20 mil mortes relacionadas à covid-19. Belize, Guatemala e Honduras estão experimentando um aumento significante no número de infecções. Jamaica, Porto Rico e ilhas menores do Caribe relataram aumentos em novas infecções e mortes.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) expressou preocupação com um potencial aumento nos casos de covid-19 no Afeganistão, como resultado do êxodo em massa após a tomada do país pelo Taliban.

Os Estados Unidos alcançaram a marca de mais 151 mil novos casos em um único dia. Atualmente, existem mais de 25 mil norte-americanos em leitos de terapia intensiva, o maior número desde o início da pandemia. O quarto surto continua a ser mais sério para as pessoas que não foram vacinadas. A agência reguladora FDA deu aprovação definitiva – em vez de uma autorização de uso emergencial – para a vacina de mRNA da Pfizer nesta semana, uma medida que deve estimular mais empregadores, escolas e universidades a exigir a vacinação. O presidente Joe Biden exortou os americanos que estão aguardando a aprovação a não esperarem mais. O infectologista Dr. Anthony Fauci, conselheiro de Biden, disse que os EUA provavelmente não terão a pandemia sob controle até a primavera de 2022, um golpe para aqueles que esperavam retornar a uma vida mais normal durante o outono e o inverno.   
No México, em 24 de agosto, 17 dos 32 estados mostram uma tendência clara de queda nas infecções e hospitalizações, o que é um indicador de que a terceira onda está começando a diminuir. A Comissão Federal de Proteção contra Riscos à Saúde (COFEPRIS) autorizou o uso emergencial da vacina da Moderna. O governo mexicano anunciou que não planeja vacinar crianças de 12 a 17 anos, a menos que infecções em massa por coronavírus sejam relatadas como resultado do retorno à escola.

Os casos positivos no Reino Unido aumentaram 13,5% em sete dias, de acordo com dados oficiais divulgados na terça-feira (24). A taxa de incidência é de 334,4 por 100 mil habitantes. No mesmo período, as mortes aumentaram 8,8% e as hospitalizações subiram 9,1%. Alguns grandes eventos foram associados a surtos locais, incluindo 4.700 casos após o festival de música e surfe Cornwall’s Boardmasters. Até a terça-feira (24), 77,2% dos maiores de 16 anos estão totalmente vacinados. Um programa de vigilância de anticorpos em todo o Reino Unido será lançado na próxima semana.

O governo da Escócia iniciará, até o final do ano, um inquérito independente sobre o enfrentamento da pandemia de covid-19.  \No Reino Unido, também está previsto o início de uma investigação para a próxima primavera.

No dia 24, a França validou o princípio de lançar uma campanha de recall entre pessoas com 65 anos ou mais e aqueles com comorbidades que aumentam o risco de formas graves de covid-19. O reforço também é indicado para pessoas que receberam uma dose da vacina Janssen, independente da idade (cerca de 18 milhões). Desde o início da campanha de vacinação na França, 47.786.706 pessoas receberam pelo menos uma dose (ou seja, 70,9% da população total), o que coloca o país à frente de Alemanha, Itália, Reino Unido, Estados Unidos e Israel. Além disso, 42.040.493 pessoas agora estão completamente vacinadas (62,4% da população total).

A situação nos hospitais continua complicada na Polinésia e nas Índias Ocidentais, apesar do envio de reforços. Na Martinica, o confinamento e o toque de recolher foram estendidos pelas próximas três semanas. Na França continental, as manifestações contra o certificado de vacinação ou passaporte vacinal continuam a ocorrer em todos os finais de semana e atos de vandalismo contra os centros de vacinação se disseminam.

Na Espanha, o governo aprovou a compra de 500 mil doses das vacinas da Sanofi/GSK, com entrega prevista para o primeiro trimestre de 2022, o que permitirá a continuidade da cobertura vacinal. Até o dia 24 de agosto, dois terços da população espanhola já contavam com o esquema vacinal completo, um grande avanço possível graças à Atenção Básica e à vontade e participação dos cidadãos na campanha de vacinação.

O Rt médio na Itália caiu de 1,27 na semana passada para 1,1 nesta semana, ainda pouco acima do limiar da epidemia, segundo o Ministério da Saúde do país. A taxa de incidência está estável em 69 novos casos por 100 mil habitantes, enquanto o número de pacientes internados não ultrapassou o nível crítico determinado pelos critérios oficiais de emergência, mesmo que a Sicília e a Sardenha sejam muito próximas do limite. Mais de 36 milhões de cidadãos foram totalmente vacinados (67,25% da população com mais de 12 anos de idade).

Em Portugal, entrou em vigor a segunda fase do plano de desconfinamento. Na quinta-feira (19), o governo anunciou que havia alcançado a meta de vacinação de 70% da população, o que motivou a antecipação das medidas de afrouxamento previstas para o dia 5 de setembro. De acordo com o mais relatório da Direcção-Geral da Saúde, divulgado no domingo (22), agora são 72% da população com vacinação completa. Um estudo epidemiológico realizado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) e pela Direcção-Geral da Saúde (DGS) sobre a eficácia das vacinas de mRNA estimou que o risco de infecção pela variante Delta em indivíduos vacinados é, aproximadamente, o dobro do risco de infecção pela variante Alfa. A tendência foi verificada em indivíduos com esquema vacinal parcial e completo. O Rt nacional está em 0,98. A taxa de incidência nacional é de 310,4 casos de infecção por 100 mil habitantes.

Na Alemanha, a taxa de incidência de sete dias está de novo aumentando gradativamente. De acordo com o Robert Koch Institut (RKI), na manhã de terça-feira (24), eram 58 novos casos por 100 mil habitantes. No dia anterior, o valor era 56,4 e, na semana anterior, 37,4. Os escritórios de saúde na Alemanha relataram 5.747 novas infecções ao RKI em um dia. Há uma semana, eram 3.912 infecções.

O estado de New South Wales (NSW), na costa leste da Austrália, relatou outro registro diário de 919 novas infecções em 25 de agosto. O governo australiano provavelmente abandonará a estratégia de caso zero. No domingo, o primeiro-ministro Scott Morrison disse que é altamente improvável que o país volte a ficar livre da covid-19. Ele disse ainda que o foco precisa mudar para as taxas de hospitalização que as restrições começarão a ser suspensas quando as taxas de vacinação atingirem as metas de 70% a 80% da população geral.

A Nova Zelândia relatou 41 novos casos em 24 de agosto, a maior contagem diária desde abril de 2020. A maioria dos casos ocorreu em Auckland, onde o surto recente se originou.

Em resposta ao aumento contínuo de infecções, o Japão expandiu o 'estado de emergência' para mais oito prefeituras, elevando o total para 21. Os Jogos Paraolímpicos foram iniciados em Tóquio, no Japão, em 24 de agosto em meio ao aumento contínuo de infecções no país.

Taiwan relatou zero novos casos domésticos de em 25 de agosto pela primeira vez desde 9 de maio. Em 23 de agosto, o presidente Tsai Ing-wen foi vacinado com a primeira vacina desenvolvida no país pela Medigen Vaccine Biologics Corp. A vacina é parte de um plano mais amplo para a autossuficiência em imunização, já que atrasos nas entregas de vacinas de empresas farmacêuticas globais afetaram Taiwan e muitos outros países.

O Vietnã mobilizou militares para ajudar a impor um bloqueio na cidade de Ho Chi Minh, que é o epicentro do pior surto do país desde o início da pandemia.

A Índia concedeu a aprovação emergencial para a primeira vacina anticovídica de DNA no mundo, chamada de ZyCoV-D, desenvolvida pela Cadila Healthcare. A vacina demonstrou uma eficácia de 66% contra doença sintomática em ensaios clínicos. Em três doses, é aplicada sem agulhas, por meio de injetor descartável.

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