Pode haver cefaleia suboccipital crônica nas pessoas com espondilose cervical. Os seus mecanismos são compressão neural direta; degeneração do disco, articular ou lesões ligamentares; e instabilidade segmentar. A dor pode ser percebida no local ou irradiar para a região occipital, o ombro, a escápula ou o braço. A dor, que piora em determinadas posições, pode interferir no sono.
Nos pacientes com radiculopatia cervical, a raiz de C6 é a mais comumente acometida pelo predomínio da degeneração entre C5 e C6; os próximos locais mais comuns são C7 e C5.
A mielopatia cervical tem início insidioso, geralmente em pessoas entre 50 e 60 anos de idade. A reversão completa é rara após a mielopatia. A mielopatia cervical espondilótica é a consequência mais grave da degeneração do disco intervertebral cervical, especialmente quando associada a um canal vertebral cervical estreito.
Manifestações menos comuns associadas à espondilose cervical podem ser:
A perda sensorial primária pode ter distribuição em luvas
Estenose espinhal em tandem é uma estenose simultânea cervical e lombar resultante da espondilose. Os achados são uma tríade: claudicação neurogênica, alterações complexas da marcha e um padrão misto de sinais de neurônio motor superior e inferior
Pode ocorrer disfagia se as projeções forem suficientemente grandes a ponto de comprimir o esôfago
Pode-se observar insuficiência vertebrobasilar e vertigem
A elevação da hemicúpula diafragmática causada por compressão espondilótica entre C3 e C4 (como observado no relato de caso), pode ser outro achado
Leia mais sobre a apresentação da espondilose cervical.
© 2019 WebMD, LLC
As opiniões expressas aqui são de responsabilidade pessoal do autor e não representam necessariamente a posição da WebMD ou do Medscape.
Citar este artigo: Teste: Dor na coluna - Medscape - 21 de junho de 2019.
Comente