Teste rápido: Deficiências nutricionais comuns

Dr. Khardori Romesh, Ph.D

Notificação

18 de março de 2019

A insuficiência de vitamina D é maior entre as pessoas idosas, institucionalizadas ou hospitalizadas. Nos Estados Unidos, foi constatado que 60% dos residentes em instituições de longa permanência e 57% dos pacientes hospitalizados tinham deficiência de vitamina D. No entanto, a deficiência de vitamina D não se limita aos idosos e às pessoas hospitalizadas. Vários estudos têm encontrado alta prevalência de deficiência de vitamina D entre adultos jovens saudáveis. Um estudo determinou que quase dois terços dos adultos jovens saudáveis em Boston apresentavam insuficiência de vitamina D no final do inverno.

A deficiência de vitamina D é a causa mais comum de raquitismo nutricional. Raras formas de raquitismo genético ocorrem por defeitos no metabolismo da vitamina D. O raquitismo tipo I dependente de vitamina D ocorre por um defeito renal da 25-hidroxivitamina D-1 alfa-hidroxilase, que resulta na diminuição da produção de 1,25(OH)2 D. O raquitismo tipo II dependente de vitamina D ocorre quando existe mutação no gene VDR.

Embora nem sempre necessário para o diagnóstico de insuficiência de vitamina D, o valor sérico do paratormônio pode ser usado para ajudar a fazer o diagnóstico de insuficiência de vitamina D. Muitas vezes, os pacientes com insuficiência de vitamina D têm aumento correspondente dos níveis de paratormônio, indicando hiperparatireoidismo secundário. Existe uma relação inversa entre os níveis de paratormônio e os níveis de 25(OH)D. Em geral, os níveis de paratormônio diminuem após a correção da insuficiência de vitamina D.

Uma boa exposição ao sol, principalmente entre 10:00 h e 15:00 h, produz vitamina D na pele, que pode durar o dobro do tempo no sangue do que a vitamina D ingerida. Pessoas que não tomam sol têm risco de deficiência de vitamina D se não ingerirem quantidades adequadas de alimentos contendo essa vitamina. No entanto, a maior parte das fontes alimentares de vitamina D não contém uma quantidade suficiente da vitamina para satisfazer as necessidades diárias. Os alimentos que contêm grandes quantidades de vitamina D3 são os peixes gordos, como salmão, cavala e anchova, bem como o leite e outros derivados lácteos enriquecidos.

Os alimentos a seguir contêm indicação do sua quantidade de vitamina D de acordo com o US Department of Agriculture's Nutrient Data Laboratory:

  • Leite enriquecido (235 mL): 100 UI

  • Suco de laranja enriquecido (235 mL): 100 UI

  • Cereais enriquecidos (1 porção): 40 a 80 UI

  • Arenque em conserva (100 g): 680 UI

  • Salmão em lata com espinhas (100 g): 624 UI

  • Cavala (100 g): 360 UI

  • Sardinhas em lata (100 g): 272 UI

  • Bacalhau (100 g): 44 UI

  • Queijo suíço (100 g): 44 UI

  • Cogumelos shitake crus (100 g): 76 UI

  • A maioria dos multivitamínicos (1 drágea):  400 UI

Leia mais sobre deficiência de vitamina D.

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