Teste: avalie seus conhecimentos sobre os principais aspectos diagnósticos e terapêuticos da úlcera péptica

Dr. Jamie Shalkow

Notificação

6 de julho de 2017

As diretrizes de 2017 do American College of Gastroenterology para o tratamento da infecção por Helicobacter pylori contêm as seguintes recomendações para a realização do teste:

  • Todos os pacientes com úlcera péptica ou história da doença (a menos que a cura de uma infecção prévia por Helicobacter pylori tenha sido documentada), linfoma de baixo grau do tecido linfático associado à mucosa gástrica, ou história de ressecção endoscópica precoce de câncer gástrico

  • Pacientes com dispepsia submetidos a endoscopia alta (amostras de biópsia gástrica)

  • Pacientes que tomam doses baixas de aspirina há muito tempo

  • Pacientes que iniciam tratamentos prolongados com anti-inflamatórios não esteroides

  • Pacientes com anemia ferropriva sem motivo aparente após a investigação diagnóstica convencional

  • Adultos com púrpura trombocitopênica idiopática

Obter amostras para histopatológico, muitas vezes considerado como o exame diagnóstico padrão da infecção por Helicobacter pylori, se o resultado do teste rápido da urease for negativo e a suspeita de Helicobacter pylori permanecer alta (presença de úlcera duodenal).

Os anticorpos (imunoglobulina G) contra o Helicobacter pylori podem ser dosados no soro, no plasma ou no sangue total. Os resultados dos exames com sangue total de amostras obtidas por meio de punção digital são menos confiáveis.
O teste do antígeno fecal identifica infecção ativa por Helicobacter pylori, detectando a presença de antígenos de Helicobacter pylori nas fezes. Este teste é mais preciso do que a sorologia, sendo menos dispendioso do que o teste da ureia respiratória.

Para mais informações sobre a investigação diagnóstica das úlceras pépticas, clique aqui.

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