Você conhece essas doenças sexualmente transmissíveis?

Dr. Michael Stuart Bronze

Notificação

12 de dezembro de 2016

A punção lombar deve ser realizada em pacientes com suspeita de neurossífilis sem contraindicação. Não há um único exame disponível para o diagnóstico definitivo de neurossífilis; porém, os sintomas clínicos, sorologia, e valores do líquor (contagem de células, proteínas e VDRL reator no líquor) precisam ser usados em combinação para determinar o diagnóstico.

Na suspeita de sífilis adquirida, a abordagem tradicional tem sido primeiro realizar uma triagem sorológica não treponêmica com o VDRL, reagina plasmática rápida (RPR) ou teste de antígeno recombinante para sífilis ICE. A sensibilidade dos exames de VDRL e RPR está estimada em 78-86% para detecção de sífilis primária, 100% para sífilis secundária, e 95-98% para sífilis terciária. A especificidade varia de 85% a 99% e pode ser reduzida em indivíduos com condições coexistentes (por exemplo, doenças do colágeno, gestação, uso de drogas intravenosas, câncer avançado, tuberculose, malária ou doenças virais ou por riquétsias).

O FTA-ABS é comumente utilizado como teste confirmatório após resultados positivos no exame de VDRL ou RPR. A microscopia em campo escuro é uma forma possível de avaliação de lesões cutâneas úmidas, como o cancro da sífilis primária ou o condiloma plano da sífilis secundária. Se a microscopia de campo escuro não estiver disponível, a coloração por imunofluorescência direta de esfregaços fixados é uma opção.

Para mais sobre a investigação da sífilis, leia aqui.

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