Resumindo: Terapias de reperfusão na embolia pulmonar

Dr. Heitor Gomez Santa Maria

Notificação

17 de março de 2023

Colaboração Editorial

Medscape &

Em colaboração com a Sociedad Argentina de Cardiología.

Embolia pulmonar: suspeita clínica

A embolia pulmonar é uma das principais causas de morte de origem cardiovascular em pacientes hospitalizados. [1] A suspeita clínica e o diagnóstico precoce estão associados a menores taxas de letalidade, [2–5] portanto, os médicos devem buscar ativamente por sinais e sintomas como dispneia, dor torácica, síncope ou hemoptise [6–9] em pacientes internados ou após a alta hospitalar.

A maioria dos casos de embolia pulmonar ocorre em pacientes não cirúrgicos, mas intervenções cirúrgicas por trauma grave, fratura de membros inferiores, prótese articular e lesão na medula espinhal estão associadas a aumento do risco. [10–13] Outros fatores associados ao alto risco são câncer, [14–17] imobilização, uso de contraceptivos orais por mulheres em idade reprodutiva, [18,19] infecção [20] e fatores de risco cardiovascular, como tabagismo, obesidade, hipercolesterolemia, hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus . [21,22]

A apresentação clínica pode variar desde sintomas leves, como palpitação, tosse e dor torácica, até dispneia, hemoptise, síncope e descompensação hemodinâmica com hipotensão arterial sustentada, sinal compatível com a presença de grande carga trombótica nos vasos pulmonares gerando disfunção aguda do ventrículo direito (choque obstrutivo). Este último cenário está associado a um alto risco de morte precoce. A terapia deve ser iniciada após a confirmação diagnóstica ou em caso de alta suspeição. [2–5]

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